Época de Natal

Porque será que cada ano que passa, gosto menos da época de Natal?

Não consigo compreender mas se calhar, devido a tudo o que me tem acontecido nesta altura do ano, cada vez mais detesto esta época. Eu até gosto do Natal, passo a véspera e o dia de Natal com as pessoas da família e com quem mais gosto (por vezes) e é sempre uma ocasião onde reencontro pessoas que já não via há imenso tempo, para não falar nas prendas que cada vez mais vejo só a intenção das pessoas e nem chego a olhar ao que é que cada pessoa me dá.

Então porque é que, apesar de estar de férias, não ando contente??? Porque será que apesar de ter amigos sempre à minha volta, continuo a notar que me falta alguma coisa?
Talvez isto passe daqui a uns tempos, ou pode ser que me esqueça disto mal passe esta época que até hoje não me tem trazido nada de bom…

Tenho é que voltar ao trabalho, pois há mais um trabalhito para entregar na universidade e nos primeiros dias de Janeiro começa também, mais uma fase de exames.

Férias… :)

Estava a ver que não, mas finalmente estou quase de férias. Apesar do dia de hoje ter sido atarefado e muito complicado, consegui cumprir todos os “deadlines”.
Tinha dois trabalhos para terminar e para entregar hoje, uma situação que se tornou um sucesso, mas que para lá chegar, teve custos físicos e psicológicos sobre mim. Houve muitas alturas em que me senti cansado e extremamente alucinado, mas no fim, tudo correu bem.
Não posso dizer que os trabalhos foram feitos para 20, mas devido às limitações de horários, tive que me dividir para dois trabalhos.

Agora é pensar nas férias, mas principalmente, pensar bem no fim de semana que se aproxima…

Mas que semana…

Ainda a semana não vai a meio e já estou farto disto, são os trabalhos para acabar, são problemas que têm que ser solucionados, é uma panóplia de questões que, uma a uma se vão resolvendo, mas que arrasam por completo toda a paciência e seriedade que existe em cada um de nós. Faz com que fiquemos mais irritadiços e com falta de discernimento para poder pensar com calma sobre cada assunto.

E esta semana está a ser uma prova de resistência para muitos dos alunos presentes na minha universidade (ISEGI), eu incluído. É claro que as salas estão mais cheias de alunos com pressa para terminar cada trabalho seu, existindo depois aulas, com poucas pessoas. Não censuro essas pessoas que faltam para terminar o trabalho, pois eu próprio já fiz isso inúmeras vezes.

Vamos ver como termina a semana, que no meu caso já dura cerca de 8 dias seguidos, contando com feriado e fim de semana. Mas isto é um mal menor, pois se pensarmos em tantos problemas que tivemos e vamos ter ao longo da vida, isto de fazer um trabalho em tempo recorde, é só um grão de areia num deserto.

Vou mas é parar de escrever e volta ao meu trabalho…

Malditos trabalhos

São 18h da tarde e estou a preparar-me para sair do ISEGI, onde tenho estado desde as 9h da manhã, com uma pequena pausa de almoço, a fazer um trabalho que tenho que entregar e apresentar na próxima quarta-feira. Nem neste feriado, que é santo e que nem se devia estar a trabalhar, deixo de estar, eu e mais cerca de meia centena de pessoas, sentadas em frente a um ecrã a acabar trabalhos para a universidade. Dizem que a vida de estudante é que é bom e até são capaz de ter razão, mas também há momentos em que não é nada agradável andar em fins de semana e feriados a fazer trabalhos a correr.

Fica aqui este desabafo, num momento em que vou para casa, descansar e jantar, para amanhã, bem cedo, voltar à universidade para mais um dia de tarbalho.

Notícias do Mundo (II)

Governo «preocupado» com braço-de-ferro na Autoeuropa
Ministro do Trabalho e da Segurança Social atento «à situação de conflito» entre administração e trabalhadores sobre aumentos salariais, prémios de assiduidade e pagamento do trabalho suplementar. Novo acordo laboral deveria ter entrado em vigor em Setembro.

Infelizmente é uma história que se repete todos os dias, mudando só os personagens. Os trabalhadores querem melhores salários e até, nalguns casos, melhores condições de trabalho e as empresas, em vez disso, cortam nos mesmos, despedindo os trabalhadores e muitas vezes, fechando as portas, sem avisar nada nem ninguém.

O Governo nada faz, as greves sucedem-se, mas nada muda, continua tudo na mesma. É este o país onde um dia mais tarde quero trabalhar? Não me parece…
É por isso é que eu antes prefiro andar a estudar, pois assim não tenho tantas preocupações como se andasse a trabalhar. Mas esse tempo irá aparecer e nessa altura vou ter que andar preparado.

O artigo transcrito em cima é parte de um artigo presente no Portugal Diário no dia 5 de Dezembro de 2005.