Férias… :)

Estava a ver que não, mas finalmente estou quase de férias. Apesar do dia de hoje ter sido atarefado e muito complicado, consegui cumprir todos os “deadlines”.
Tinha dois trabalhos para terminar e para entregar hoje, uma situação que se tornou um sucesso, mas que para lá chegar, teve custos físicos e psicológicos sobre mim. Houve muitas alturas em que me senti cansado e extremamente alucinado, mas no fim, tudo correu bem.
Não posso dizer que os trabalhos foram feitos para 20, mas devido às limitações de horários, tive que me dividir para dois trabalhos.

Agora é pensar nas férias, mas principalmente, pensar bem no fim de semana que se aproxima…

Mas que semana…

Ainda a semana não vai a meio e já estou farto disto, são os trabalhos para acabar, são problemas que têm que ser solucionados, é uma panóplia de questões que, uma a uma se vão resolvendo, mas que arrasam por completo toda a paciência e seriedade que existe em cada um de nós. Faz com que fiquemos mais irritadiços e com falta de discernimento para poder pensar com calma sobre cada assunto.

E esta semana está a ser uma prova de resistência para muitos dos alunos presentes na minha universidade (ISEGI), eu incluído. É claro que as salas estão mais cheias de alunos com pressa para terminar cada trabalho seu, existindo depois aulas, com poucas pessoas. Não censuro essas pessoas que faltam para terminar o trabalho, pois eu próprio já fiz isso inúmeras vezes.

Vamos ver como termina a semana, que no meu caso já dura cerca de 8 dias seguidos, contando com feriado e fim de semana. Mas isto é um mal menor, pois se pensarmos em tantos problemas que tivemos e vamos ter ao longo da vida, isto de fazer um trabalho em tempo recorde, é só um grão de areia num deserto.

Vou mas é parar de escrever e volta ao meu trabalho…

Malditos trabalhos

São 18h da tarde e estou a preparar-me para sair do ISEGI, onde tenho estado desde as 9h da manhã, com uma pequena pausa de almoço, a fazer um trabalho que tenho que entregar e apresentar na próxima quarta-feira. Nem neste feriado, que é santo e que nem se devia estar a trabalhar, deixo de estar, eu e mais cerca de meia centena de pessoas, sentadas em frente a um ecrã a acabar trabalhos para a universidade. Dizem que a vida de estudante é que é bom e até são capaz de ter razão, mas também há momentos em que não é nada agradável andar em fins de semana e feriados a fazer trabalhos a correr.

Fica aqui este desabafo, num momento em que vou para casa, descansar e jantar, para amanhã, bem cedo, voltar à universidade para mais um dia de tarbalho.

Notícias do Mundo (II)

Governo «preocupado» com braço-de-ferro na Autoeuropa
Ministro do Trabalho e da Segurança Social atento «à situação de conflito» entre administração e trabalhadores sobre aumentos salariais, prémios de assiduidade e pagamento do trabalho suplementar. Novo acordo laboral deveria ter entrado em vigor em Setembro.

Infelizmente é uma história que se repete todos os dias, mudando só os personagens. Os trabalhadores querem melhores salários e até, nalguns casos, melhores condições de trabalho e as empresas, em vez disso, cortam nos mesmos, despedindo os trabalhadores e muitas vezes, fechando as portas, sem avisar nada nem ninguém.

O Governo nada faz, as greves sucedem-se, mas nada muda, continua tudo na mesma. É este o país onde um dia mais tarde quero trabalhar? Não me parece…
É por isso é que eu antes prefiro andar a estudar, pois assim não tenho tantas preocupações como se andasse a trabalhar. Mas esse tempo irá aparecer e nessa altura vou ter que andar preparado.

O artigo transcrito em cima é parte de um artigo presente no Portugal Diário no dia 5 de Dezembro de 2005.

Um livro, um filme, um album

Este fim de semana, como tive tempo de sobra, aproveitei esse tempo para ler um livro e para ver uns DVD’s.
O livro, que recomendo vivamente a todos para o lerem, é “O diário da nossa paixão” de Nicholas Sparks. Eu sou um fã deste escritor, mas dos livros todos que já li dele, este foi o que eu gostei mais. Não vou desvendar nada sobre a história, mas empresto o livro a quem quiser ler.
Um dos filmes que vi durante o fim de semana foi “Uma casa, uma vida” (Life as a house) de Irwin Winkler, com Kevin Kline, Kristin Scott Thomas, Hayden Christensen e Jena Malone nos principais papeis. De todos os filmes que vi, este é o que eu recomendo. Apenas deixo a sinopse para perceberem um pouco mais da história do filme:
Esta é a história de um arquitecto de meia idade (Kline) que descobre que tem um tumor e que lhe restam apenas uns meses de vida. Confrontado pelas novas mudanças que surgem na sua vida, decide começar a trabalhar no sonho que sempre adiou de construir a sua própria casa.
Nesta altura de mudança, as pessoas que mais o transtornavam desde a sua ex-mulher, ao seu filho irreverente, voltam a aproximar-se lentamente dele apercebendo-se como as suas vidas se modificaram completamente.
A construção da casa perfeita transforma-se numa metáfora para a reparação de uma vida destruída…

Depois de recomendar um livro e um filme, achei por bem, recomendar também um album de música, que sempre que o oiço, fico com uma sensação de paz interior, que faz com que sinta que o dia vai ser em grande. O album é o “In between dreams” do Jack Johnson. Desde a primeira vez que o ouvi que passei logo a gostar da música dele. Fica para já, a ideia de ir vê-lo ao vivo no Pavilhão Atlântico.

Ficam aqui as recomendações de um fim de semana um pouco diferente do que costumava ter…

O diário da nossa paixão Uma casa, uma vida In between dreams