Porque se matam as saudades

É muito normal ter saudades de alguma coisa, ou são os amigos que já não vejo há imenso tempo, ou é do bom tempo que agora começa a aparecer, ou mesmo de uma ou outra comida que já não experimento há muito tempo. Mas são os amigos que me fazem ter as saudades que mais “mexem” comigo, talvez pelo facto de já ter vivido em vários sítios que são distantes entre si, o que faz com que não os possa ver a todos, nem conversar.
Mas por vezes apanho surpresas, como a que tive esta semana, que culminou numa tarde de sábado excelente, com um tempo fantástico, na companhia de pessoas que já não via há 3 anos, altura em que entrei na universidade. E foi depois desta tarde que consegui compreender porque é que se mata as saudades. É porque essas pessoas fazem parte da nossa vida, directa ou indirectamente, completando-nos. Por muito longe que se encontrem, elas têm sempre um lugar guardado no nosso coração. Por muito tempo que passemos sem nos falar, logo que voltarmos a falar é como se tivéssemos conversado no dia anterior. É assim que se nota se temos ou não uma boa amizade.
Sei que vou perder contacto com muitos dos amigos feitos na universidade, mas sei também que os que são realmente os meus melhores amigos, vão estar sempre comigo.

Chuva e vento

Acordo mais tarde pois hoje foi uma manhã de descanso. O tempo também ajuda a ficar na cama mais umas horas, pois lá fora chove e faz um vento medonho. Logo que me levanto, ponho o chapéu de chuva e um casaco de parte. Depois de um banhinho e de um pequeno almoço preparo-me para sair. Mas ao invés de vestir o casaco e de levar o chapéu, levo só uma camisola. O tempo vai estar a meu favor… espero. Mesmo assim, a caminho do metro, apanho alguma chuva, mas até sabe bem. Sabe bem apanhar pequenas gotas de chuva na cara para refrescar as ideias. O vento também está forte, obrigando-me a andar segundo a vontade dele, mas já estou habituado, pois a minha vida, desde de Janeiro, que anda à vontade do vento. Não me importo, acho que é outra maneira de viver. Uma maneira que antes não gostava, mas que devido a várias circunstâncias, tive que me ir habituando.

O dia ainda vai a meio e continua a ameaçar chuva, mas espero que esteja a meu favor, pois ainda tenho que andar um pouco até chegar a casa depois das aulas. Agora é voltar às milhares de coisas que há para fazer na universidade e preparar para ir ter aulas.

Mas sei que o vento e a chuva vão estar a meu favor…

Post 50

Eu gosto é de festejar, por isso aqui fica mais uma celebração. Este é o post número 50…

Sei que ultimamente não tenho escrito muito, mas a universidade cada vez aperta mais o tempo disponível. Vou tentar agora voltar à escrita para me abstrair da universidade.
Sei que ainda não tinha falado nisto, mas agora tenho um blog de fotos onde todos os dias coloco uma foto tirada por mim, ou tirada a mim, com a minha máquina. Não sei bem o porque de ter começado a fazer isso, mais como o tempo já é pouco, decidi ter mais trabalho. Aqui fica o endereço: www.fotolog.com/intersrd. Passem por lá….

Carinho

Não me peças aquilo que neste momento eu não posso dar. Não é porque não quero ou porque não posso, é simplesmente por andar de “candeias às avessas” com o que me pedes. Às vezes pergunto-me se o que me aconteceu foi assim tão forte que me faça não poder demonstrar carinho aos meus amigos, às pessoas com quem passo o dia ou mesmo aquela pessoa que só vi uma vez na vida. Será que o sofrimento é tão forte que obrigou o meu coração a esconder-se dentro de um bunker, que resiste a furacões, sismos ou mesmo tsunamis. Sei que isto não é bom para mim, mas sei que é com isto que vou ter que viver, mais frio, mais distante, mais amargo por vezes. Espero não me tornar numa pessoa maldosa nem detestável, pois iria acabar comigo.
Sei que vou continuar a minha vida moldando-me ao que a vida me dá diariamente, recebendo tudo o que ela me dá de braços abertos e escolhendo, da melhor maneira, o que quero.

Errata

Queria corrigir o post escrito sobre do comentário nº 100 e sobre o agradecimento aos comentários. Não quero só agradecer a quem comenta o que escrevo, mas também a todas as pessoas que visitam e que lêem o que escrevo, apesar de não comentarem.